Bancos querem troca rápida e definitiva na presidência da JBS
Bancos querem troca rápida e definitiva na presidência da JBS Segundo executivos dos bancos, a presença dos irmãos, que já era vista com restrição, passou a ser interpretada como um risco para um bom desfecho da venda de empresas do grupo, depois que a Polícia Federal prendeu Wesley alegando que o executivo poderia fugir do país. A venda dos ativos é prio A reestruturação do grupo vinha tranquilizando os credores. Nas últimas semanas, a J&F, holding dos negócios da família, encontrou compradores a bons preços para Alpargatas, Vigor e Eldorado, o que ajudaria a levantar até R$ 14 bilhões nos próximos meses. No entanto, ainda não entrou dinheiro desses negócios no caixa porque os pagamentos estão atrelados ao acordo de leniência da J&F com o Ministério Público Federal, e a cada reviravolta cresce a insegurança em relação à efetiva conclusão dos negócios. O pior cenário para o grupo hoje seria uma revisão ou anulação do acordo de leniência. Em reunião de emergência nesta quarta (13), o conselho de administração da JBS preferiu não indicar um presidente interino para o lugar de Wesley. A avaliação da maior parte do colegiado, com exceção dos representantes do BNDES, é que uma mudança agora seria precipitada. A tendência, no entanto, é que a indefinição não perdure por muito tempo. O mercado parece ver com bons olhos uma troca. As ações da JBS subiram 2,35% para R$ 8,27, apesar da prisão de Wesley -no ano, recuam 27,5%. A empresa já vinha discutindo possíveis sucessores, mas para uma transição organizada que poderia durar até 180 dias. Agora o processo deve acelerar. Entre os cotados para o cargo, estão Gilberto Tomazoni, Tarek Farahat e Gilberto Xandó, executivos que atuam no grupo. (Fonte: Folha.com) |
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ridade para os bancos, porque se tornou a principal garantia de que a JBS vai honrar a renegociação de cerca de R$ 20 bilhões em dívidas feita no mês passado. Até agora a empresa tem pago seus compromissos.