Bancos recuam após pressão e negociação entre Contec e Fenaban continua hoje
A campanha salarial dos bancários entra nesta sexta-feira (24) em dia decisivo. A rodada de negociação, iniciada terça-feira (21), tem continuidade a partir das 10 horas de hoje, em São Paulo, entre a Contec (Confederação Nacional dos Bancários) e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Na sequência da rodada com a Fenaban, haverá reuniões de negociação com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
O Paraná está representado nesta negociação pelo presidente da Federação dos Bancários e do Sindicato de Cascavel, Gladir Basso; Gilberto Lopez Leite, presidente do Seeb de Ponta Grossa, e Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Seeb de Maringá.
A pressão dos bancários e do comando, na mesa de negociação, durante esta semana, surtiu efeito. Na rodada realizada na quinta-feira (23), os bancos recuaram na proposta que pretendia tirar das bancárias em licença-maternidade o pagamento integral da PLR. Também voltaram atrás e não haverá mais retirada de direitos nem supressão de cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Também na quinta-feira, a Contec cobrou o aumento real a ser apresentado aos bancários e a Fenaban pediu uma pausa para consultar os bancos sobre o índice de reajuste que será proposto aos trabalhadores nesta sexta-feira. A proposta até então apresentada pelos bancos previa assinar a nova Convenção Coletiva de Trabalho para dois anos, corrigindo os salários pela inflação medida pelo INPC, mais 0,5% de aumento real em setembro de 2018 e 0,5% em setembro de 2019. Esse ganho real, pela proposta, incidiria sobre todas as cláusulas econômicas. Essa oferta patronal foi considerada insuficiente pelo movimento sindical bancário.
O Paraná está representado nesta negociação pelo presidente da Federação dos Bancários e do Sindicato de Cascavel, Gladir Basso; Gilberto Lopez Leite, presidente do Seeb de Ponta Grossa, e Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Seeb de Maringá.
A pressão dos bancários e do comando, na mesa de negociação, durante esta semana, surtiu efeito. Na rodada realizada na quinta-feira (23), os bancos recuaram na proposta que pretendia tirar das bancárias em licença-maternidade o pagamento integral da PLR. Também voltaram atrás e não haverá mais retirada de direitos nem supressão de cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Também na quinta-feira, a Contec cobrou o aumento real a ser apresentado aos bancários e a Fenaban pediu uma pausa para consultar os bancos sobre o índice de reajuste que será proposto aos trabalhadores nesta sexta-feira. A proposta até então apresentada pelos bancos previa assinar a nova Convenção Coletiva de Trabalho para dois anos, corrigindo os salários pela inflação medida pelo INPC, mais 0,5% de aumento real em setembro de 2018 e 0,5% em setembro de 2019. Esse ganho real, pela proposta, incidiria sobre todas as cláusulas econômicas. Essa oferta patronal foi considerada insuficiente pelo movimento sindical bancário.
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