Outubro Rosa: câncer de mama atinge mulheres cada vez mais jovens
Outubro Rosa: câncer de mama atinge mulheres cada vez mais jovens
Nas mulheres mais jovens, apenas 5% dos casos de câncer são hereditários ou decorrentes de um histórico familiar. Na grande maioria das vezes a causa é esporádica, relacionada ao ambiente e hábitos, como alimentação e uso de anticoncepcionais. Um exemplo desses casos são as lesões não palpáveis, que só são reconhecidas no exame de mamografia. Uma lesão desse gênero pode levar de 3 a 4 anos para se tornar palpável. Dados da Agência Internacional para Pesquisas em Câncer (IARC) mostram que houve um aumento discreto do risco do contraceptivo oral para o câncer de mama em usuárias atuais ou recentes comparadas às mulheres qu Esse aumento foi observado em mulheres com menos de 35 anos e que tomaram anticoncepcional antes dos 20 anos de idade. Os dados foram vistos em diferentes tipos de anticoncepcional (com estrogênio e progesterona, ou apenas progesterona). Apesar da relação, o influência não vem do uso prolongado, mas da elevada dose dos hormônios, de acordo com o documento do IARC. Estrogênio arriscado O aumento do tecido adiposo, ou da gordura corporal, faz com que o organismo tenha uma maior quantidade da enzima aromatase, que aumentaria o estrogênio circulante. Esse aumento do hormônio também elevaria o risco para o câncer de mama. Proteção da fertilidade durante o tratamento A alternativa mais comum atualmente é o congelamento dos óvulos. O processo se inicia com o estímulo medicamentoso à ovulação para que a mulher produza vários óvulos em um mesmo ciclo. Ao amadurecerem, é feita a retirada, com anestesia local e sedativo, e posterior congelamento em laboratório. Quando a mulher puder e quiser usar os óvulos, eles são descongelados, fertilizados e o embrião é transferido. (Fonte: Gazeta do Povo) |
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e não fazem uso do anticoncepcional. Embora o remédio não seja a causa do câncer, pode ser uma porta de entrada da doença.